sábado, 13 de abril de 2024
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Russi se coloca contra plebiscito ao citar gastos e aglomeração em meio à pandemia

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi (PSB), disse ser contra o plebiscito proposto pelo deputado federal Emanuelzinho (PTB). Ao Jornal da CBN Cuiabá, na manhã de quarta-feira (03), o chefe da Casa de Leis afirmou sua opinião baseada no gasto e na possível aglomeração ocasionada com a consulta pública.

Conforme divulgado pelo portal, o plebiscito foi proposto como forma de escutar a sociedade quanto ao modal mais adequado para ser implantando em Cuiabá e Várzea Grande devido à celeuma entre o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) e o governador Mauro Mendes (DEM) sobre a mudança entre o VLT para o BRT.

Russi frisou que a discussão dos modais é de interesse de Cuiabá e Várzea Grande, enquanto a realização do plebiscito impactaria todos as 141 cidades de Mato Grosso, uma vez que neste tipo de escuta pública todo o estado precisa ser ouvido.

“Eu não acredito no plebiscito. Primeiro porque o plebiscito tem que ouvir os 141 municípios de Mato Grosso para tomar uma decisão que impacta de forma direta Cuiabá e Várzea Grande. Se for perguntado em Vila Bela, Colniza, Confresa, Aripuanã se querem BRT ou VLT eles vão dizer que querem estradas para lá”, disse.

“Então, não vejo por onde no momento de pandemia fazer plebiscito. Acho que o momento eleitoral cresceu muito os casos de Covid e novamente a gente voltar a fazer aglomeração com plebiscito não é o momento. Os gastos também com a gente precisando fazer tantos investimentos acho que não é o caminho. O caminho tem que ser do entendimento”, acrescentou o presidente.

Para o parlamentar, uma saída mais viável seria a construção de uma discussão liderada pelo deputado Emanuelzinho junto aos entes envolvidos no processo.

“Acho que o deputado Emanuelzinho pode liderar esse processo por ser o deputado federal de Cuiabá, o mais votado em Cuiabá, filho do prefeito, tem apoio em Brasília e tem condições de trabalhar uma pauta junto com o governo do Estado, com a Assembleia Legislativa, com a Câmara de Vereadores para a gente encontrar no consenso um caminho e uma solução”, finalizou.

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