Lideranças femininas do Governo de MT reforçam incentivo às mulheres a ocuparem espaços de poder

Neste domingo (8), dia internacional da Mulher, gestoras reforçam que mulheres podem ser o que elas quiserem

Crédito - Secom-MT

As lideranças femininas do Governo de Mato Grosso incentivam as mulheres a ocuparem posições de poder e decisão. A provocação faz parte de uma reflexão para o Dia Internacional da Mulher, celebrado neste domingo (8.3), em todo o planeta. Segundo elas, o lugar da mulher é onde ela quiser estar, seja na gestão pública, na agricultura, na educação, na ciência ou em qualquer área da sociedade.

Para a primeira-dama do Estado, Virginia Mendes, a data é um momento de reflexão, respeito e gratidão por todas as mulheres que, com coragem e sensibilidade, contribuem para transformar famílias, comunidades e gerações.

“Hoje, é um dia de reconhecer a força e a grandeza das mulheres. Sem elas não existiria vida. Todos nós viemos de uma mulher, de uma mãe que gerou, cuidou e ensinou os primeiros valores da vida. Tenho profunda admiração por todas as mulheres que diariamente enfrentam desafios, cuidam de suas famílias, trabalham, estudam e ainda encontram forças para ajudar outras pessoas. São exemplos de amor, coragem e resiliência”, afirmou.

A secretária de Estado de Comunicação, Laice Souza, enfatizou a necessidade de romper estereótipos e criar espaços de colaboração.

“Precisamos fomentar espaços de crescimento, para que a mulher não precise trabalhar o dobro para mostrar seu valor e competência. A gestão do governador Mauro Mendes e do vice Otaviano Pivetta avançou muito nessa pauta, abrindo espaços que majoritariamente eram ocupados por homens. Um exemplo disso é a própria Secom, que pela primeira vez em sua história tem uma mulher comandando a pasta”, destacou.

No campo acadêmico, a reitora da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), Vera Maquêa, destacou os avanços femininos na educação e na inovação. “A gente sabe que o mundo acadêmico foi construído por vozes masculinas. Mas hoje, ao olhar para as nossas salas de aula e laboratórios, vejo mulheres que, apesar dos desafios estruturais, estão na linha de frente da inovação e do pensamento crítico. Acreditar em si mesma é um ato de resistência. Mulheres, acreditem na sua capacidade intelectual mesmo quando o mundo tentar subestimá-la. Sua voz é tão importante quanto a de qualquer outro”.

A secretária de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti, ressaltou que a liderança feminina se traduz em competência e impacto positivo.

“Ocupar cargos de chefia exige preparo técnico, equilíbrio emocional e capacidade de tomar decisões difíceis. As mulheres têm demonstrado de forma consistente que reúnem essas competências com excelência. Ainda somos minoria em espaços estratégicos. Por isso, é fundamental ampliar a presença feminina nessas posições. Não por simbolismo, mas por mérito e pelo impacto positivo que geramos na qualidade das decisões. Quando uma mulher assume um cargo de chefia, ela inspira outras a acreditarem que também podem chegar lá”.

A delegada-geral da Polícia Civil de Mato Grosso, Daniela Maidel, reforçou a mensagem de coragem. “Nós mulheres podemos ser o que quisermos, ocupar os espaços que desejarmos e liderarmos com competência e com sensibilidade. Acredito que a nossa presença em cargos de chefia é fundamental para transformarmos realidades e abrirmos caminhos para outras mulheres. Cada uma de nós tem que se sentir incentivada a assumir seu papel de liderança numa sociedade mais justa, igualitária e forte”.

Inspirada nas mulheres do campo, a secretária de Estado de Agricultura Familiar, Andreia Fujioka, pontuou que a presença feminina inspira outras a conquistarem seu espaço.

“Ser mulher é lidar com muitos desafios, mas também é ter uma força muito grande. Vejo isso todos os dias na agricultura familiar, com as mulheres que trabalham, cuidam da família, produzem, empreendem e não desistem. Acredito muito que a gente precisa incentivar cada vez mais mulheres a ocuparem espaços de liderança e gestão. Precisamos nos unir mais. O lugar da mulher é onde ela quiser estar, e a sociedade como um todo precisa compreender isso de uma vez por todas”, concluiu.

Fonte: Allan Pereira | Secom-MT