sábado, 15 de junho de 2024
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ONDA DE CALOR

Pelo terceiro dia seguido, Cuiabá é a capital mais quente do país

UFMT suspendeu por dois dias as atividades presenciais nos campus de Cuiabá, Araguaia Sinop e Vàrzea Grande

Pelo terceiro dia consecutivo, Cuiabá figurou como a capital mais quente do país, segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) medidos até 16h. Nesta quarta-feira (16), a cidade chegou a 40,7 °C.

A temperatura ficou acima do que já havia sido registrado na terça-feira (14), com 40,2 °C.

O recorde na semana, no entanto, ocorreu na segunda-feira (13), quando os termômetros chegaram a 42ºC.

Outras capitais

Nesta quarta, Teresina (PI), ficou no segundo lugar de maior temperatura dentre as capitais brasileiras, com 38,8 °C.

Palmas (TO), com 37,7 ºC; Goiânia (GO), com 37,4 °C; e Manaus (AM), com 37,2 °C, aparecem em seguida com as maiores altas.

Onda de calor

A onda de calor que atinge o Estado levou a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) a suspender por dois dias as atividades presenciais nos campus de Cuiabá, Araguaia Sinop e Vàrzea Grande.

A medida, segundo a universidade, tem o objetivo de preservar a saúde da comunidade acadêmica, evitando a exposição ao sol forte durante as altas temperaturas.

Na terça-feira, o governador de Mato Grosso em exercício Otaviano Pivetta decretou estado de emergência ambiental em decorrência dos incêndios florestais no Estado, especialmente no Pantanal.

Pouco mais de 8% da área do bioma em Mato Grosso já foi consumida pelas chamas.

Este decreto tem vigência de 60 dias e possibilita que o Estado busque apoio do Governo Federal para reforçar as ações de combate ao fogo. Ontem, o presidente do Ibama Rodrigo Agostinho, esteve na Capital mato-grossense para alinhar as estratégias.

Segundo o presidente, o governo federal está encaminhando a Mato Grosso brigadistas de outros estados para ajudar no combate e avalia a participação de representantes do Exército nessas ações.

Preocupação também entre os produtores rurais mato-grossenses. O calor em excesso e a baixa umidade devem afetar a produção agrícola. De acordo com o Imea (Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária), a produção da safra 2023/2024 deve sofrer queda de 3,39% em relação à safra passada.

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