terça-feira, 28 de maio de 2024
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Delegado diz que bandidos do novo cangaço “causam terror” e que confrontos eram “inevitáveis”

Titular da Gerência de Combate ao Crime Organizado, o delegado Vitor Hugo Bruzulato afirmou que os bandidos que assaltaram cooperativas de crédito em Nova Bandeirantes e “causam terror na sociedade”, o que tornaria os confrontos que ocorreram entre as forças policiais e os criminosos como sendo “inevitáveis”.

Durante entrevista ao Jornal da CBN Cuiabá, na manhã desta terça-feira (6), o titular da GCCO afirmou que os policiais que enfrentaram os suspeitos durante os confrontos localizaram junto aos homens um número “extraordinário de armas de fogo”.

Segundo o delegado, ao contrário das críticas que recaíram sobre a polícia após os cinco confrontos em que nove suspeitos saíram mortos, a atuação das forças de segurança não poderia ter sido diferente.

“Foram cinco confrontos, nove mortes, mas tivemos quatro prisões e estamos bem avançados nas investigações para alcançar aos demais. Quando a gente fala do novo cangaço, o modus operandi é de um grupo criminoso fortemente armado e que age com extrema violência, causando um terror na sociedade na execução do crime”, disse Vitor Hugo.

O delegado apontou ainda que a todo momento os criminosos que atuam nesta modalidade de prática delituosa agem procurando o confronto direto. Para o titular da GCCO, a tentativa de fuga por região de mata e o armamento localizado exemplificam a premeditação e a violência do grupo criminoso.

“Os policiais se depararam e apreenderam uma quantidade extraordinária de armas e munições, o que confirma que o grupo criminoso busca o confronto a todo momento, inclusive na fuga por região de mata. Então, esse confronto, na minha opinião, é inevitável”, acrescentou Vitor Hugo.

O crime

Conforme noticiado pela reportagem, o crime ocorreu no dia quatro de junho na cidade de Nova Bandeirantes. Na ocasião, os bandidos assaltaram duas cooperativas de crédito do município simultaneamente e levaram civis como reféns em carros de fuga.

Devido à situação, agentes da segurança pública foram acionados para atuar na resolução do crime. Posteriormente, com cerca de 120 policiais empenhados nas buscas, cinco confrontos diretos foram registrados contra suspeitos.

Como resultado dos embates, nove suspeitos foram mortos, sendo que em todas as ocorrências foram localizadas quantias vultosas de dinheiro e armas. Paralelamente, quatro prisões também foram executadas.

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