quarta-feira, 17 de abril de 2024
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Medeiros diz que CPI tem gabinete paralelo presidido por Lula contra Bolsonaro

O parlamentar classificou a CPI como uma “palhaçada” e questionou o fato de a Comissão ter relatoria do senador Renan Calheiros (MDB-AL)

O deputado federal José Medeiros (Podemos) afirmou que a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da pandemia da Covid-19 no Senado conta com um gabinete paralelo que seria presidido pelo ex-presidente Lula (PT) contra o atual presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Ao Jornal da CBN Cuiabá, na manhã desta sexta-feira (2), o parlamentar classificou a CPI como uma “palhaçada” e questionou o fato de a Comissão ter relatoria do senador Renan Calheiros (MDB-AL).

“A CPI não é nem questão de ela ser parcial ou imparcial, aquilo ali é uma palhaçada, com todo respeito que os palhaços merecem. Quando você tem o Renan, que dizia que a Lava Jato deveria ter sido extinta porque o Moro conversava com o Dallagnol e você assiste ele ontem em pleno nacional de cochicho com um investigado é o fim da picada”, disse.

Segundo Medeiros, a CPI não tem como objetivo investigar qualquer tipo de eventual prática ilícita cometida durante a pandemia. Antes disso, na verdade, segundo o parlamentar, a Comissão serviria para forçar um desgaste contra a imagem de Bolsonaro.

Em seu apontamento, o deputado disse ainda que o desgaste seria uma forma de antecipação das discussões eleitorais para a presidência da República em 2022. Nesse sentido, Medeiros chegou a classificar a Comissão como sendo um “palanque antecipado”.

“A gente sabe que existe um gabinete paralelo da CPI cujo presidente é o Lula. Ele sai da CPI e vai lá se encontrar com o Lula. Então, isso é um absurdo você saber que a CPI não para investigar nada, não tem interesse em investigar desvio de recurso. Não tem interesse em investigar. Eles estão ali para fazer desgaste e fazer palanque antecipado para 2022”, acrescentou.

As falas do deputado foram feitas em meio a uma série de denúncias prestadas na CPI que levantam suspeita de corrupção na compra de medicamentos dentro do governo Bolsonaro, eleito com forte discurso anticorrupção.

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