segunda-feira, 22 de abril de 2024
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Roberto França critica “falta de diálogo” entre autoridades e cita “excesso” do MP

Ex-prefeito de Cuiabá por dois mandatos, o apresentador Roberto França criticou a forma como o governador Mauro Mendes (DEM) e o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) tem conduzido o combate à pandemia. Para o comunicador, falta diálogo entre os gestores.

Em entrevista ao Jornal da CBN Cuiabá, na manhã desta quarta-feira (07), França também se posicionou contrário à forma como o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) tem se posicionado diante dos demais poderes frente à pandemia da Covid-19.

Para o ex-prefeito, o órgão regulador tem extrapolado sua competência constitucional por meio das diversas ações propostas em relação ao Estado e ao Município. Durante a entrevista, França citou um suposto excesso por parte do Ministério Público.

“As duas principais autoridades deveriam estar unidas, deixando as divergências políticas e os interesses na eleição do ano que vem de lado. Acho que a prioridade agora é tratar do povo, de evitar mortes, preservar vidas. E para isso, essas questões políticas deveriam ficar de lado, com diálogo entre as duas principais autoridades”, disse.

“Há excesso sim. Acho que eles deveriam sentar e dialogar. Porque o governo vai e solta um decreto e aí a prefeitura vai e solta outro decreto”, acrescentou.

Por fim, França apontou que o MP estaria invadindo competências do Executivo e citou que os gestores foram eleitos para representarem o povo por meio da aplicação das medidas cabíveis.

“A função do Ministério Público não é politizar a questão. A função do Ministério Público é saber se os R$ 96 milhões que vieram para o Emanuel foram bem aplicados. Quem foi eleito foi o Mauro Mendes como governador e o Emanuel Pinheiro como prefeito. Eles é que representam o povo. Então, acredito que neste aspecto o Ministério Público está invadindo competência, invadindo uma área que não é sua atribuição constitucional”, finalizou.

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