segunda-feira, 22 de abril de 2024
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“Não é minimizar o vírus”, diz Cattani ao defender que vacina não seja obrigatória

Deputado recém-empossado, o produtor rural Gilberto Cattani (PSL) defendeu a não obrigatoriedade da vacinação contra a covid-19. Ao Jornal da CBN Cuiabá, na manhã desta sexta-feira (19), o parlamentar apontou que seu apontamento não é direcionado para a “minimização do vírus”.

Ocupando a vaga deixada por Silvio Fávero (PSL) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, o deputado disse que tem a mesma compreensão de Fávero sobre a condução da vacinação em Mato Grosso, de que o “homem tem que ser livre” a respeito da imunização.

Questionado sobre o projeto de lei apresentado por Fávero, que garantiria que a vacinação no estado não fosse obrigatória, Cattani apontou que o colega de partido deixou um “legado” na Assembleia e que concorda com o correligionário de “todas as maneiras”.

“O Silvio Fávero deixou um legado na Assembleia Legislativa com alguns projetos de grande valor. Esse projeto específico do Silvio Fávero está simplesmente dando um recado: o homem tem que ser livre. Foi isso que o deputado falou. Eu concordo com ele de todas as maneiras”, disse Cattani.

“Se a população quer a vacina, e ela quer, ela tem que ter o direito de querer se vacinar. E ela vai e se vacina. Agora, se tem uma pessoa que não quer se vacinar, ela também tem que ter esse direito preservado. A gente não pode pegar uma pessoa, amarrar ela em um poste e introduzirmos nela uma vacinação que ela não queira”, acrescentou.

Para o deputado, toda a população quer se vacinar e qualquer lei que obrigue a imunização seria dispensável. Em defesa da não obrigatoriedade da vacinação, Cattani aponta que esse é um direito de escolha que não deve ser violado e que não “minimiza a doença”.

“Isso não é querer minimizar a doença ou minimizar o vírus, é simplesmente a pessoa não ser obrigada a fazer algo que não queira fazer. Temos liberdade de expressão, temos liberdade religiosa, temos um grande nicho de liberdades defendidas no nosso país e não podemos aqui cercear ninguém a nada”, finalizou.

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