terça-feira, 28 de maio de 2024
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Wilson vê resquícios de eleição e cobra diálogo de Mendes e Emanuel sobre modal

Em entrevista ao Jornal da CBN Cuiabá, o deputado estadual Wilson Santos (PSDB) disse que o governador e os prefeitos de Cuiabá e Várzea Grande precisam ser mais humildades na discussão sobre a mudança de modais na Baixada Cuiabana. O parlamentar apontou que os líderes precisam sentar e dialogar abertamente o assunto.

Para Wilson Santos, tanto o VLT quanto o BRT são opções melhores do que o sistema de transporte atual. Contudo, a decisão sobre a mudança ou permanência de qualquer um dos modais deve ser tomada seguindo embasamento técnico.

“Para com isso, tem que parar com isso e ter postura de estadista. Sentem e discutam independente do que um fala do outro. Sentem, porque vocês são passageiros. Quem está sofrendo aí é o usuário, o pobre, o pequeno, que ganha meio salário mínimo e está no subemprego. Esse merece um transporte digno. Então, esses gestores precisam ter humildade e parar para convencer e resolver isso”, apontou o deputado.

A discussão sobre o VLT foi reacendida no final do último ano, quando o governador anunciou a suspensão da implantação do modal em detrimento do BRT, argumentando que o novo sistema sairia mais barato e poderia ser entregue em menor tempo. Contudo, a decisão foi questionada pela capital, que apontou que o chefe do Executivo estadual não abriu a questão para diálogo.

O tucano aproveitou a oportunidade para criticar a postura adotada pelo prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), e o governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (DEM), que tem travado uma disputa na Justiça em torno da troca de modal.

“As pessoas querem é resultado, chega de blá blá blá. Chega de ir para a Justiça. O que tem de ação desse VLT em 30 anos não termina. Dão as mãos e parem de brigar. Esqueçam a eleição e vão trabalhar”, criticou o parlamentar.

Base do governo estadual na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Wilson Santos questionou a participação financeira das prefeituras na discussão sobre a troca de modal. “Vão receber um baita de um modal e não vão contribuir com nada? A prefeitura não vai por dinheiro nesse modal? Vai só receber e ainda quer criticar”, finalizou.

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