quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026
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ELEIÇÕES 2026

Mendes banca Pivetta ao Governo e deixa Jayme Campos no “vácuo” em Mato Grosso

O encontro entre os dois líderes ocorreu na residência do senador, uma semana antes do Carnaval, e serviu para colocar "as cartas na mesa" sobre as pretensões de Jayme Campos em disputar o Governo do Estado

O governador Mauro Mendes (União) não deu margem para dúvidas sobre sua preferência para a sucessão ao Palácio Paiaguás. Em conversa recente com o senador Jayme Campos (União), o chefe do Executivo Estadual reafirmou que seu apoio pessoal e político está fechado com o atual vice-governador, Otaviano Pivetta (Republicanos).

O encontro entre os dois líderes ocorreu na residência do senador, uma semana antes do Carnaval, e serviu para colocar “as cartas na mesa” sobre as pretensões de Jayme Campos em disputar o Governo do Estado. No entanto, Mendes foi categórico ao separar o apoio institucional do partido do seu compromisso pessoal.

Durante entrevista à imprensa nesta semana, o governador detalhou o teor da conversa, que classificou como objetiva. “A conversa foi simples e objetiva, nada diferente do que eu sempre falei: eu, Mauro Mendes, como cidadão, apoio o Otaviano Pivetta ao Governo”, declarou.

Para Jayme, a sinalização foi clara: dentro do União Brasil, sigla presidida por Mendes em Mato Grosso, a única garantia oferecida ao senador é a vaga para disputar a reeleição ao Senado Federal. “Já expliquei isso muitas e muitas vezes e não é novidade para ninguém. Ele vai ter vaga garantida à reeleição ao Senado”, emendou o governador.

Apesar de barrar o apoio automático ao nome de Jayme para o Governo, Mendes pontuou que o senador tem o direito democrático de tentar viabilizar seu projeto político dentro da legenda, mas avisou que ele terá que trabalhar para isso.

“Como qualquer membro do partido, pode construir a candidatura que quiser. E lá na frente o partido vai decidir”, afirmou, indicando que a decisão final passará pelo crivo das convenções partidárias em agosto.

O senador Jayme Campos, por sua vez, definiu o encontro como uma “conversa de alto nível e respeitosa”. Embora tenha ouvido a negativa de Mendes, o senador reforçou que sua pretensão segue legítima dentro do estatuto do partido.

“O ideal era estar todo mundo junto, mas, nesse caso, particularmente, ele já tem a sua decisão tomada e eu tenho que respeitá-lo. É direito dele, é direito de Mauro Mendes. Mas estou falando do União Brasil. É meu partido”, rebateu o senador, sinalizando que a disputa interna pela cabeça de chapa ainda deve render novos capítulos até as convenções.

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