sexta-feira, 26 de junho de 2026
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MORTO A FACADAS

Veja o que os presidenciáveis falaram sobre morte por intolerância política em MT

Rafael Silva de Oliveira, de 24 anos matou o amigo de trabalho

Os candidatos à presidência da República se manifestaram ao longo desta sexta-feira (9), a respeito do homicídio motivado por intolerância política na cidade de Confresa (a 1.135 km de Cuiabá).

Rafael Silva de Oliveira, de 24 anos matou o amigo de trabalho, Benedito Cardoso dos Santos, de 44 anos, na última quarta-feira (7).

O acusado, que é apoiador de Bolsonaro, confessou o crime. A vítima apoiava o ex-presidente Lula (PT).

O presidente e candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL) não se posicionou. Também não se manifestaram sobre o assunto: Eymael (DC), Léo Péricles (UP), Sofia Manzano (PCB) e Vera (PSTU).

Veja o que disseram os presidenciáveis:

Lula (PT):

“É com muita tristeza que soube da notícia do assassinato de Benedito Cardoso dos Santos, na zona Rural de Confresa. A intolerância tirou mais uma vida. O Brasil não merece o ódio que se instaurou nesse País. Meus sentimentos à família e amigos de Benedito”.

Ciro Gomes (PDT):

“Mais uma vítima da guerra fratricida, semeada por uma polarização irracional e odienta que pode inundar de sangue o nosso solo. Abaixo a violência política. O Brasil quer paz!”.

Simone Tebet (MDB):

“O presidente, como representante do povo, precisa clamar por paz e união. A incitação ao ódio leva à violência, que faz mais uma vítima. Chega de briga! Chega de divisão! Enquanto eles separam o Brasil, nós vamos uni-lo com amor e coragem!”.

Soraya Thronicke (União Brasil):

“Estamos regredindo de mãos dadas c/ a barbárie. Tem gente morrendo no Brasil por causa de adversidade política e partidária. Enquanto eles brigam, quem apanha é o povo brasileiro. Envergonham o País c/ corrupção, nos distraem c/ a polarização e, além disso, derramam sangue alheio”.

Felipe D’Ávila (Novo):

“Numa democracia real, divergências políticas são resolvidas com diálogo e respeito. Não é o que temos visto no Brasil, infelizmente. E quando a política é tomada pela violência, significa que caminhamos rumo à barbárie. Lamento o crime brutal ocorrido em Mato Grosso”.

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