segunda-feira, 22 de julho de 2024
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PRESO EM MT

Homem acusado de estuprar a própria filha também violentou irmãs

R.S.S., de 29 anos, foi preso nesta quinta-feira (23), foi localizado em uma propriedade na zona rural de Rosário Oeste

Um homem identificado pelas iniciais R.S.S., de 29 anos, foi preso nesta quinta-feira (23) acusado de abusar sexualmente da própria filha, uma criança de nove anos, em Rosário Oeste (105 km de Cuiabá).

Ele foi localizado em uma propriedade na zona rural do município.

R.S.S. também foi acusado de abusar sexualmente das próprias irmãs. Esses fatos, porém, serão apurados em outra investigação.

A prisão foi efetuada dentro do inquérito instaurado em janeiro deste ano, pela delegacia do município, após a Polícia Civil receber denúncia do Conselho Tutelar de que a criança estava sendo abusada sexualmente.

A equipe policial fez diligências, acompanhada com conselheiras tutelares, na residência da vítima e a mãe da menor declarou que após a visita do conselho, ela conversou com sua filha sobre a denúncia, mas a criança negou que tivesse ocorrido o abuso.

No entanto, a vítima acabou contando posteriormente que o pai abusou sexualmente dela e que havia contado sobre o ocorrido para as tias e a vó paternas. A criança disse ainda que teve medo de contar para a mãe por pensar que não acreditaria em sua versão e por isso, negou até aquela data.

A vítima relatou ainda que os atos praticados pelo pai a deixavam triste e com medo e já havia contado para sua avó, mas a mulher não acreditou e ainda ficou brava com a neta.

O investigado foi intimado na Delegacia de Rosário Oeste e durante interrogatório negou os atos criminosos contra a filha e ainda alegou que a criança teria recebido dinheiro de uma tia para fizesse as acusações e o prejudicasse. Ele também negou as acusações feitas pelas duas irmãs.

O delegado Márcio Henrique Portela ressaltou que a investigação constatou que o autor do estupro possui personalidade totalmente pervertida.

“A liberdade do indiciado põe em risco a ordem pública, haja vista que, não se encontra em situação de conviver em sociedade e, muito provavelmente, continuará com aquelas condutas reprováveis e não se intimida com a atuação da Justiça”, pontuou.

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