sexta-feira, 19 de agosto de 2022
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DECISÃO DA JUSTIÇA

Paccola diz que se sente “nu” sem arma e pede licença para disputar vaga na AL

Vereador se tornou réu pelo homicídio qualificado do agente do socioeducativo Alexandre Miyagawa

O vereador tenente-coronel Marcos Paccola (Republicanos) apresentou nesta quinta-feira (4), na Câmara de Cuiabá, um pedido de licença de suas atividades.

A decisão, segundo ele, foi tomada para que possa se dedicar à campanha de deputado estadual.

O novo projeto eleitoral ocorre pouco tempo depois de Paccola se tornar réu pelo homicídio qualificado do agente do socioeducativo Alexandre Miyagawa.

O servidor foi morto por tiros efetuados por Paccola, na noite de 1º de julho, no Bairro Quilombo, em Cuiabá.

“Amanhã nossa convenção [partidária] acontecerá e não servimos a dois senhores. Vou me dedicar dia, noite e madrugadas à campanha. Amanhã, se for assim acolhido pelo partido, vamos cravar a nossa condição de candidato para deputado estadual”, disse.

Ao anunciar a licença, Paccola também comentou a decisão da Justiça que suspendeu seu porte de arma do parlamentar.

A decisão partiu do juiz Flávio Miraglia Fernandes, da 12ª Vara Criminal de Cuiabá.

“Depois de mais de 20 anos servindo a sociedade na corporação, me sinto como se estivesse andando nu, pelado. Por decisão do juiz – e decisão judicial a gente está aqui para acatar – hoje não estou portando a minha arma de fogo”, disse.

“Algumas pessoas que se sentem amedrontadas a minha volta, pelo fato de eu estar portando uma arma, fiquem tranquilas, porque não posso mais enquanto essa decisão não for revogada. No entanto, tenho ciência de que se algo acontecer a minha volta, nada vou poder fazer a não ser assistir o que estiver acontecendo”, emendou.

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