sexta-feira, 23 de fevereiro de 2024
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“DOCE AMARGO”

Dono de academia está entre alvos de operação que mira tráfico de drogas sintéticas em Cuiabá

Alvos atuavam na venda de drogas como ecstasy, MDMA, LSD e outras

O empresário Luiz Fernando Kormann, de 32 anos, está entre os alvos da operação “Doce Amargo”, deflagrada na manhã desta quinta-feira (24) contra um grupo criminoso voltado ao comércio de drogas sintéticas na região metropolitana.

Ele é dono da Academia Kormann Fitness, que fica no bairro Parque Cuiabá.

A ação foi desbaratada pela Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE).

Também estão entre os alvos: Luiz Felipe Campos de Amorim Leite, Everton Luis Botelho de Miranda, Marcelo Henrique Tenuta e Ernandes Aparecido de Oliveira.

No total foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão domiciliar e oito de prisão temporária, expedidos pela 9ª Vara Criminal da Capital.

Segundo as investigações, os alvos da operação atuavam na venda de drogas como ecstasy, MDMA, LSD, conhecidos popularmente como “bala”, “roda” e “doce”, além de outras substâncias como “loló”, lança-perfume ou clorofórmio.

As investigações iniciaram em dezembro de 2021. Naquela ocasião, um dos investigados foi preso em flagrante, portando cocaína, arma de fogo, munições, bloqueadores de sinais e outros materiais.

Com a prisão do suspeito, as investigações se aprofundaram e um novo inquérito policial foi instaurado para apurar crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.

A partir daí, foi possível identificar mais sete possíveis traficantes relacionados a drogas sintéticas, todos com algum vínculo com o primeiro investigado.

Ainda durante as investigações, foram tratativas que os investigados mantinham, negociando compra e venda de drogas sintéticas. Os investigados foram acompanhados, sendo  realizadas análises de suas interações sociais, culminando com a confecção de relatório policial que subsidiou a representação pelas ordens judiciais.

Os alvos presos temporariamente na operação serão interrogados nos autos do inquérito policial, e também será analisado todo o material apreendido durante o cumprimento dos mandados.

As prisões temporárias tem prazo de 30 dias, podendo ser prorrogadas por igual período ou convertidas em preventiva com base na continuidade das investigações.

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