terça-feira, 13 de janeiro de 2026
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REPARAÇÃO

Turista de MT passa por cirurgia após ser espancado em Porto de Galinhas

Em vídeos publicados nas redes sociais, Jhonny relatou que as lesões eram graves e exigiam intervenção cirúrgica

O personal trainer Jhonny Andrade, de Tangará da Serra (MT), passou por cirurgia recentemente para corrigir fraturas no rosto provocadas pelo espancamento sofrido em Porto de Galinhas (PE), no fim do ano passado. Segundo ele, o procedimento foi necessário para reparar quatro afundamentos ósseos: dois na região do nariz e dois próximos ao olho esquerdo.

Em vídeos publicados nas redes sociais, Jhonny relatou que as lesões eram graves e exigiam intervenção cirúrgica. O médico responsável pelo procedimento explicou que, sem a cirurgia, o personal poderia desenvolver sequelas permanentes, inclusive dificuldades respiratórias.

Após a operação, Jhonny usou as redes para responder críticas de internautas que o acusaram de tentar se promover com o caso. Ele explicou que, mesmo após a agressão, viajou para Balneário Camboriú (SC) no réveillon porque não sentia dor no rosto, em razão do rompimento do nervo trigêmeo, responsável pela sensibilidade facial.

“Estava tudo anestesiado. Esse nervo é responsável por toda a sensibilidade da metade do rosto, inclusive do nariz”, afirmou.

O personal também contou que, logo após o espancamento, realizou exames em Ipojuca (PE), onde não foram identificadas fraturas. Segundo ele, os raios-x iniciais não apontaram alterações ósseas, o que fez com que não buscasse tratamento imediato.

Somente após retornar a Tangará da Serra, diante da persistência da dormência no rosto, Jhonny passou por novos exames, que confirmaram as quatro fraturas. “Foi aí que os médicos constataram a gravidade da situação”, relatou.

Jhonny e o companheiro, Cleiton Zanatta, estavam em férias em Porto de Galinhas quando o caso ocorreu. No dia 27 de dezembro, durante um passeio pela praia, o casal foi abordado por um ambulante, que cobrou R$ 50 pelo uso de duas cadeiras e um guarda-sol, com a promessa de isenção caso houvesse consumo no local.

Mais tarde, segundo o relato, o comerciante mudou o valor para R$ 80, alegando que não houve consumo. Jhonny se recusou a pagar o novo preço e afirmou que arcaria apenas com o valor inicialmente combinado. Diante da negativa, ele teria sido agredido pelo ambulante.

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