O deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Max Russi (Podemos), confirmou que esta será sua última eleição para uma cadeira no Legislativo estadual. Durante o lançamento oficial de sua campanha, na última semana, ele afirmou que pretende usar os próximos quatro anos para se preparar para uma possível candidatura ao Governo de Mato Grosso em 2030.
Ao relembrar sua trajetória política, Russi destacou o crescimento de sua votação ao longo dos anos, desde a eleição para vereador até a Assembleia.
“Eu comecei como vereador com 600 [votos], fui prefeito com 7 mil, na segunda eleição fiz 10 mil, cheguei à Assembleia com 20 mil, na outra eleição fiz 55 mil e, na última, fiz 70 mil votos. Se Deus continuar me abençoando e a população entender que fizemos uma boa entrega, eu espero fazer pelo menos 71 mil votos”, afirmou.
O deputado disse que pretende intensificar as entregas e percorrer diferentes regiões do Estado durante o próximo mandato para fortalecer sua base política.
“Tenho falado que vai ser meu último mandato como deputado estadual. Eu acho que eu vou encerrar um ciclo agora. Nesses próximos quatro anos quero entregar muito, quero fazer muito, quero andar muito este Estado e me preparar para uma candidatura majoritária. Se serei ou não, o futuro a Deus pertence, mas vou trabalhar bastante”, declarou.
Apoio a Pivetta
Russi fechou apoio à candidatura do vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) ao Governo de Mato Grosso. Caso Pivetta seja eleito, o cenário de 2030 poderá abrir espaço para uma nova candidatura ao Executivo estadual.
Na disputa deste ano, Pivetta enfrenta o senador Wellington Fagundes (PL), que enfrenta resistência dentro do próprio partido por ter firmado aliança com o MDB.
Durante o lançamento da campanha de Russi, a deputada estadual Janaina Riva (MDB), candidata ao Senado, chegou a afirmar que, se dependesse dela, o deputado já seria eleito governador neste ano.
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