A Justiça de Mato Grosso manteve a prisão de Jhonathan Vieira dos Santos, preso por matar a tiros o policial militar Renato Oliveira Aragão, na noite de terça-feira (4), em Várzea Grande.
A decisão foi assinada pelo juiz Pierro de Faria Mendes, da 1ª Vara Criminal de Várzea Grande, após audiência de custódia realizada na quarta-feira (5). O magistrado converteu a prisão em flagrante em prisão preventiva. O processo tramita em segredo de Justiça.
Jhonathan foi preso pela Polícia Militar após invadir o projeto social do 25º Batalhão da PM, onde Renato ministrava aulas de artes marciais. No local, ele fez diversos disparos contra o policial, que morreu ainda no local.
Segundo a investigação da Polícia Civil, o crime teria sido motivado por ciúmes, após Jhonathan descobrir um suposto relacionamento extraconjugal entre a esposa dele e o militar.
Conforme o delegado Rogério Gomes, responsável pelo caso, o suspeito já havia registrado um boletim de ocorrência contra o policial relatando o suposto relacionamento.
Além disso, ele entrou em contato com a esposa de Renato para informá-la sobre a suposta traição e teria monitorado a rotina do militar dias antes do assassinato.
A Justiça de Mato Grosso manteve a prisão de Jhonathan Vieira dos Santos, preso por matar a tiros o policial militar Renato Oliveira Aragão, na noite de terça-feira (4), em Várzea Grande.
A decisão foi assinada pelo juiz Pierro de Faria Mendes, da 1ª Vara Criminal de Várzea Grande, após audiência de custódia realizada na quarta-feira (5). O magistrado converteu a prisão em flagrante em prisão preventiva. O processo tramita em segredo de Justiça.
Jhonathan foi preso pela Polícia Militar após invadir o projeto social do 25º Batalhão da PM, onde Renato ministrava aulas de artes marciais. No local, ele fez diversos disparos contra o policial, que morreu ainda no local.
Segundo a investigação da Polícia Civil, o crime teria sido motivado por ciúmes, após Jhonathan descobrir um suposto relacionamento extraconjugal entre a esposa dele e o militar.
Conforme o delegado Rogério Gomes, responsável pelo caso, o suspeito já havia registrado um boletim de ocorrência contra o policial relatando o suposto relacionamento.
Além disso, ele entrou em contato com a esposa de Renato para informá-la sobre a suposta traição e teria monitorado a rotina do militar dias antes do assassinato.
O sepultamento do policial militar está marcado para esta quinta-feira (6), às 11h, no Cemitério Bom Jesus, em Cuiabá.
