O presidente do Podemos em Mato Grosso, deputado Max Russi, afirmou que a convenção do União Brasil vai decidir o rumo do processo eleitoral no Estado. Marcado para amanhã (30), o encontro vai definir se o partido terá ou não a candidatura do senador Jayme Campos (União) ao Governo de Mato Grosso. Max acredita que somente com esta definição é que será possível concluir as conversas com os grupos políticos e fechar as coligações para as disputas ao governo e ao Senado. A avaliação foi feita nesta quarta-feira (29), durante o Fórum Liderança e Empreendedorismo, realizado pelo LIDE Mato Grosso.
“Eu diria que a convenção mais importante e esperada é a convenção do União Brasil. Após essa convenção do União Brasil, a gente vai ter mais claro como será a eleição desse ano, porque nós poderemos ter um candidato a mais ou não. Esse candidato a mais, se for, é um candidato forte que nos dá a certeza de um segundo turno”, destacou o deputado citando a indefinição em relação a Jayme Na avaliação do deputado, sem Jayme na disputa, com o União Brasil apoiando a reeleição de Otaviano Pivetta (Republicanos), a chance de a disputa ser resolvida em primeiro turno aumenta.
“É uma análise política que tem que ser feita. Não tendo a candidatura do Jayme, é outro quadro, outra leitura. Então, a convenção esperada e a convenção que vai dar um norte para a eleição desse ano, será a convenção do União Brasil”.
Max descartou a tese de que o Podemos tenha firmado uma parceria com o MDB, da deputada e pré-candidata ao Senado Janaína Riva, para dialogar com os grupos políticos.
“O Podemos não tem nenhuma amarração. Nós estamos abertos ao diálogo, a conversa com todos os candidatos, discutindo o plano de governo, discutindo o que pensam para os próximos quatro anos, porque nós precisamos sim, que Mato Grosso continue avançando”.
O deputado pontuou que não confunde sua atuação como parlamentar, integrante da base governista, ou seja, ligado a Pivetta, com a direção do Podemos em Mato Grosso e que neste momento a prioridade é o partido.
“Eu tenho obrigação com os meus liderados, com as pessoas do meu partido de procurar o melhor encaminhamento, aqueles que têm interesse de ter o Podemos e dão respaldo para o Podemos, que querem fazer política pública junto com o Podemos”.
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