terça-feira, 16 de julho de 2024
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NOTAS DE R$ 200

Operação mira golpistas flagrados com mala de dinheiro falso em hotel de Cuiabá

Mandados são cumpridos em cidades de Goiás e do Distrito Federal e em Cuiabá

A Delegacia Especializada de Estelionato e Outras Fraudes de Cuiabá deflagrou, nesta quarta-feira (24), a Operação Mala Falsa contra um grupo de Goiás e do Distrito Federal acusado de cometer golpes em Mato Grosso.

No total, foram expedidos dez ordens judiciais de buscas, prisões, bloqueio de bens e quebra de sigilos bancários e fiscal no montante de R$ 400 mil reais das contas dos investigados.

Os mandados são cumpridos nas cidades de Mineiros, Valparaíso e Alexânia (GO) e em Brasília, com apoio das Polícias Civis das respectivas unidades federativas.

A investigação teve início em fevereiro deste ano, quando o grupo investigado foi detido com uma mala, em um hotel de Cuiabá, com diversos pacotes de cédulas de 200,00 falsificadas.

No mês de março deste ano, o mesmo grupo foi preso novamente, quando tentava aplicar um novo golpe contra vítimas na Capital.

Três golpistas continuam presos em unidade penitenciária de Cuiabá  e tiveram as prisões preventivas decretadas no inquérito que resultou na deflagração da Operação Mala Falsa.

O principal golpe aplicado pelos estelionatários consiste no oferecimento de empréstimos utilizando o BNDES, além de outros investimentos com juros abaixo da média.

A solicitação do grupo criminoso às vítimas é que o valor, pago a título de comissão para que fossem intermediados os empréstimos junto ao banco, deveria ser feito em dinheiro em espécie.

Ficha criminal

Aurino Benjamin de Barros é um dos cabeças da associação criminosa, tem inúmeros boletins policiais registrados contra ele e responde a 20 inquéritos policiais. Ostenta alto padrão de vida e continua na reiteração delitiva em vários estados.

Outro investigado, Francisco Marcelo Renizar, também tem diversos antecedentes criminais e prática antiga na atividade criminosa, desde 2015, quando foi preso em flagrante. Tinha medidas restritivas de direito, todavia, violou as determinações judiciais.

Manoel Ferreira tem registros criminais nas cidades de Rio Verde e Mineiros, ambas em Goiás, e responde a inquérito por associação criminosa, oferecimento de propina e estelionato.

 

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