O Podemos homologou, nesta terça-feira (4), durante convenção realizada em Cuiabá, os nomes que disputarão vagas na Câmara dos Deputados e na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nas eleições deste ano. Ao todo, foram aprovadas as candidaturas de nove postulantes à Câmara Federal e 25 à Assembleia.
Presidida pelo deputado estadual Max Russi, a convenção também foi marcada pelas discussões sobre o posicionamento do partido na disputa pelo Governo do Estado. Apesar de ter cogitado uma candidatura própria, o Podemos decidiu manter as negociações para uma composição, sem anunciar apoio oficial a nenhum grupo político.
“Conversamos com os convencionais e candidatos e o Podemos entende que vai procurar o encaminhamento de uma coligação, um processo que valorize o partido e os projetos que entendemos serem importantes para Mato Grosso”, afirmou Max Russi.
Segundo o presidente da legenda, a definição sobre a aliança majoritária será construída em conjunto com os convencionais e a direção partidária.
Na disputa por uma cadeira na Câmara dos Deputados, o partido homologou as candidaturas do delegado Fred Murta, Fernando Gorgen, Nelson Barbudo, Neri Geller, pastor Marcos Ritela, coronel Roveri, Gisa Barros, Kalynka Meirelles e Katiuscia Mantelli.
Já para a Assembleia Legislativa, o Podemos terá como candidatos Adelcino Lopo, sargento Casarin, Alex Rodrigues, Beto Dois a Um, Bira, Celso Banazeski, Fabinho Tardin, Geovane Gamba, Gustavo Bang, Carlos Kan, Marcos Paulista, Mauro Savi, Max Russi, Meraldo Sá, professor Allan Kardec, Rafael Machado, Ulysses Moraes, Alessandra Ferreira, Janailza Taveira, Joize Marques, Karen Rocha, Priscila Dourado, Salete Bergamin, Scheila Pedroso e Valdeniria Dutra.
Definição em aberto
Nos bastidores, o Podemos chegou a discutir o lançamento do empresário Elson Ramos como candidato ao Governo do Estado. A hipótese, no entanto, perdeu força durante as negociações.
Também houve investidas do senador Wellington Fagundes (PL), que ofereceu ao partido a vaga de vice-governador em sua chapa. Apesar disso, a direção do Podemos optou por manter as conversas abertas e adiar a definição sobre qual projeto apoiará nas eleições estaduais.
