domingo, 25 de janeiro de 2026
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AÇÃO RÁPIDA

Indea sacrifica aves e encerra foco de gripe aviária em Acorizal

No total, foram sanitariamente sacrificadas 339 aves, e 282 ovos foram destruídos

O Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso, o Indea, encerrou na última semana, as ações de combate à gripe aviária no município de Acorizal.

Durante os trabalhos de contenção, 339 aves domésticas foram sacrificadas e 282 ovos destruídos, após a confirmação do vírus da Influenza Aviária de Alta Patogenicidade em uma propriedade rural de subsistência.

As ações duraram seis dias ininterruptos e incluíram vigilância sanitária, educação aos produtores e inspeções em propriedades rurais.

Ao todo, 314 propriedades, em um raio de 10 quilômetros do foco da doença, foram visitadas, com a inspeção de mais de 7 mil aves.

A propriedade onde o vírus foi identificado passou por limpeza e desinfecção, a barreira sanitária já foi retirada e a área entrou em vazio sanitário por 45 dias, período em que não pode receber novas aves.

Segundo o Indea, 31 servidores participaram da operação, entre médicos-veterinários e agentes fiscais, com apoio do Ministério da Agricultura e da Polícia Militar.

O encerramento das ações foi realizado na Escola Municipal Amâncio Ramos, que serviu como base de coordenação das equipes durante a operação.

A rápida atuação do Indea, em Acorizal, reforça que o Estado está tecnicamente preparado para enfrentar a gripe aviária.

Assim que o diagnóstico da doença é confirmado pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária, em Campinas, o Ministério da Agricultura comunica o Estado, que passa a adotar imediatamente as medidas emergenciais para impedir a propagação do vírus.

Após o alerta, cabe ao órgão estadual de defesa sanitária executar e, posteriormente, encerrar as ações no local do foco.

Segundo o Indea, todos os casos registrados em Mato Grosso nos últimos seis meses, nos municípios de Campinápolis, Cuiabá e Acorizal, tiveram a mesma origem: aves silvestres, principalmente patos selvagens conhecidos como paturis.

Essas aves utilizam lagoas e áreas alagadas como ponto de parada e, ao entrarem em contato com aves de subsistência das propriedades rurais, acabam introduzindo o vírus da gripe aviária.

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