quinta-feira, 19 de março de 2026
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PRESO EM SP

Tenente-coronel acusado de feminicídio pode ir a júri popular

O oficial está detido no presídio militar Romão Gomes, na Zona Norte da capital paulista

Por Marcela Marcos — São Paulo

O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, réu preso na quarta-feira (18) por feminicídio e fraude processual contra a esposa, a soldado Gisele Alves Santana pode ir a júri popular.

O advogado da família de Gisele, José Miguel da Silva Júnior explica por que ele deve ser julgado pela Tribunal do Júri, apesar de ser um policial militar acusado de cometer um crime contra outra PM.

“A competência é do Tribunal do Júri. Digo por quê? Embora seja uma relação entre dois policiais, há muita dúvida nesse sentido. Eles tinham uma relação doméstica, uma relação matrimonial. Não tinha nada a ver com a instituição, embora a arma do disparo tenha sido da instituição. A causa, os fatos, não se deram em um ambiente militar, nem por uma condição militar, e sim em relação doméstica. Nesse procedimento, caminha-se para a Vara do Júri, que é o que está acontecendo.”

Dois pedidos de prisão foram feitos contra ele, sendo um pela Justiça militar, que motivou a detenção ontem pela manhã, e outro pela Justiça comum.

O oficial está detido no presídio militar Romão Gomes, na Zona Norte da capital.

Na manhã desta quinta-feira (19), policiais da delegacia do Brás, na região central de São Paulo, foram ao local para cumprir o mandado judicial expedido pela Justiça comum.

O advogado da família da soldado Gisele afirmou que tanto ele próprio quanto a família da vítima estão “estarrecidos” com o conteúdo das mensagens que Geraldo enviava para a esposa.

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