quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026
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ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA

Justiça concede domiciliar para advogada alvo de operação; outros quatro têm prisões mantidas

Eles passaram por audiência de custódia na tarde desta terça-feira (12)

THAIZA ASSUNÇÃO – DA REDAÇÃO 

A Justiça converteu em domiciliar a prisão preventiva da advogada Jéssica Daiane Maróstica, alvo da Operação Gravata, deflagrada pela Polícia Civil nesta terça-feira (12).

A decisão partiu do juiz Anderson Clayton Dias Batista, da 5ª Vara da Comarca de Sinop, durante audiência de custódia realizada na tarde de ontem. O processo está em segredo de Justiça.

Na ocasião, o magistrado manteve a prisão preventiva de outros dois alvos, o advogado Roberto Luís de Oliveira e do soldado da Polícia Militar Leonardo Qualio.

Já os advogados Hingritty Borges Mingotti e Tallis de Lara Evangelista passaram por audiência de custódia, em Cuiabá, e também tiveram as prisões preventivas mantidas.

O juiz plantonista Jean Garcia de Freitas Bezerra, 7º Vara Criminal da Comarca de Cuiabá, apenas verificou a legalidade ato, pois as prisões foram decretadas por outro juízo.

A operação apura o envolvimento deles com a  facção criminosa Comando Vermelho em Mato Grosso.

A Operação

Além do grupo de advogados e o PM, três líderes do Comando Vermelho, que já se encontram detidos em um presídio da Capital, tiveram os mandados de prisões cumpridos dentro da penitenciária.

A investigação da Delegacia de Tapurah aponta que os líderes da facção criminosa se associaram de forma estruturalmente ordenada aos quatro advogados, que realizavam diversas tarefas para além da atividade jurídica legal, ou seja, atuaram à margem da lei com o propósito de embaraçar investigações policiais, repassar informações da atuação policial em tempo real, auxiliar em crimes graves, como tortura, realizando o levantamento de dados das vítimas.

Ainda intermediaram a comunicação entre os líderes da organização criminosa, que estão presos, com outros integrantes que estão soltos.

Já o policial militar que integrava o grupo, conforme a Polícia, acessava o sistema da PM e enviava ilegalmente dezenas de boletins de ocorrência para os advogados.

 

 

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