segunda-feira, 29 de novembro de 2021
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Unidades penais de Cuiabá e Sinop reforçam segurança com drone

Até o momento, 60 servidores, entre policiais penais e civis de Cuiabá e Sinop, já participaram do curso

Mais uma turma de policiais penais concluiu o curso de Operação de Aeronave Remotamente Pilotada – Drone, dessa vez no interior do estado. O último grupo capacitado foi dos policiais da Penitenciária de Sinop (490 km de Cuiabá). Ao todo, 15 agentes penais envolvidos diretamente com a rotina de rondas e vigilância participaram do curso.

Até o momento, 60 servidores, entre policiais penais e civis de Cuiabá e Sinop, já participaram do curso. Eles aprenderam desde a legislação do espaço aéreo, técnicas de manutenção até voo e pilotagem de drone.

Os primeiros agentes a integrarem o curso foram os policiais penais da Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá. Outra unidade que deve ser atendida pela qualificação será dos policiais penais da Penitenciária de Rondonópolis, Mata Grande.

O treinamento está sendo realizado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar-MT) e deve atender as maiores unidades do estado para auxiliar na identificação de atos suspeitos em torno das unidades.

Para o diretor do presídio de Sinop, Adalberto Dias de Oliveira, a aeronave será um grande auxiliar da segurança na unidade. “Com o aparelho, será possível ampliar o espaço de vigilância da unidade a uma área muito maior e que muitas vezes não seria possível ser observada a partir da visão humana”, comemorou o diretor.

Os drones serão utilizados em momentos estratégicos para auxiliar na observação de ações suspeitas ao redor do presídio. De maneira geral, os equipamentos poderão facilitar a identificação de tentativas suspeitas de aproximação na unidade e até mesmo possíveis fugas e resgate de detentos.

Com os aparelhos, também será possível identificar tentativas de transporte de ilícitos por meio de drones, antes mesmo que a aeronave avance o perímetro interno do presídio. “Com esses aparelhos, podemos chegar a uma distância muito maior, identificar o piloto com maior rapidez e até mesmo fazer prisão do suspeito”, disse o diretor.

Para a vigilância aérea, a penitenciária possui à disposição dos policiais três aeronaves remotamente pilotadas. Uma delas é fruto da apreensão durante uma tentativa frustrada de transporte de drogas e celulares para o interior da unidade ocorrida em 2019.

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