sexta-feira, 21 de janeiro de 2022
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Stopa cita estratégia para conter “impacto enorme e terrível” em obra na Jurumirim

O vice-prefeito da Capital, José Roberto Stopa, que também é secretário de Obras da Capital, disse ao Jornal da CBN Cuiabá, na manhã desta sexta-feira (26), que a prefeitura estuda algumas estratégias para conter o “impacto enorme e terrível” da reforma da trincheira Jurumirim, na avenida Miguel Sutil.

O gestor apontou três ações que estão sendo discutidas com a Secretaria e Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) para diminuir os efeitos da obra, que tem previsão de duração de sete meses.

A primeira estratégia elencada pelo vice-prefeito diz respeito ao início da reforma, que para o gestor deve ser executado após a liberação do viaduto da Beira Rio. Para o gestor, a liberação do viaduto Murilo Domingos poderá aliviar o trânsito da região do Coxipó.

Inicialmente anunciada para o fim de dezembro de 2020, a obra na Beira Rio só será entregue em abril, mês do aniversário da Capital. À reportagem, o gestor disse que o atraso se dá em virtude de diversos imbróglios sobretudo por conta de ordens de desapropriação.

“Estamos buscando entendimento com a equipe técnica da Sinfra para que a gente entregue a trincheira da Beira Rio para depois começar as obras da Jurumirim. Podem parecer assuntos distintos, mas o viaduto da Beira Rio, que entregaremos em abril, também dá fluxo para a região do Coxipó”, apontou.

“Vale ressaltar que o fechamento da Miguel Sutil vai causar um impacto enorme e horrível ao trânsito. Nós cuiabanos que passamos por lá vamos ter que acordar mais cedo, infelizmente. O resultado de uma obra mal feita algum tempo atrás causa esse impacto negativo”, acrescentou o gestor.

Além disso, a prefeitura também articula junto à pasta estadual ao menos outras estratégias para viabilizar a realização da obra em menor tempo possível com impacto mínimo. A primeira ação seria voltada para os agentes da Sinfra trabalharem em dois turnos e a segunda para que a reforma ocorresse de forma escalonada.

“Estamos pedindo que o pessoal da Sinfra trabalhe em dois turnos para a gente reduzir o tempo de obra, o impacto. E estamos trabalhando com a possibilidade de fechamento integral do viaduto por apenas 60 a 90 dias. Traduzindo, trabalharia de um lado e fecharia do outro para facilitar”, afirmou Stopa.

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