quarta-feira, 22 de setembro de 2021
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Governo acusa deputado de espalhar “fake news” sobre imposto de gás de cozinha

A tributação de ICMS do Estado é de 12% para o item; Estado diz não ter havido elevação

O Governo de Mato Grosso acusou o deputado estadual Faissal Calil (PV) de espalhar fake news no que diz respeito ao imposto cobrado sobre o gás de cozinha.

Em um vídeo publicado em suas redes sociais, o parlamentar afirmou que, recentemente, Mato Grosso entrou para o topo da lista do gás mais caro do país.

“Quer saber por que isso acontece? Recentemente Mauro Mendes aumentou ainda mais o ICMS sobre o gás. E foi isto que causou esse desbalanceamento”, escreveu ele, na postagem.

Por meio de nota, o Governo disse que o Estado tem o índice de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre o gás de cozinha mais baixo do país.

“A tributação do Estado é de 12%, sem qualquer aumento da alíquota nos últimos anos. No entanto, o deputado estadual Faissal Calil espalha fake News em suas redes sociais ao dizer que o governo aumentou a alíquota do imposto. O que é mentira!”, diz trecho.

Ainda conforme o Governo, a composição do preço do gás de cozinha no Estado é de 12% do ICMS; 38,7% é o índice da revenda e lucro pelas distribuidoras; e 49,3% é o valor cobrado pela Petrobrás.

A margem de lucro bruta praticada pelas empresas em Mato Grosso é de R$ 38, enquanto a média nacional é de R$ 20.

Além de Mato Grosso, também mantêm alíquota de 12% do ICMS, os Estados do Amapá, Bahia, Goiás, Rondônia, Rio Grande do Sul, Sergipe, Tocantins e o Distrito Federal.

Os Estados com o ICMS mais caro são Alagoas, Amazonas, Ceará, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte, com 18%.

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